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	<title>ValeHospeda - Soluções Internet</title>
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		<title>As influências do novo consumidor virtual no e-commerce</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 17:46:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por mais que um empreendedor mude, arrume, aplique, restaure, reestruture, modifique e invista em sua empresa, sempre fará alterações por causa de seus clientes. Mesmo que estabeleça uma inovação pensando na concorrência, fará isso visando atrair mais consumidores para sua loja virtual. O foco sempre será o público. Com o passar do tempo e com o &#8230;<span class="more-link"><a href="http://valehospeda.com.br/tutorial/e-commerce/as-influencias-do-novo-consumidor-virtual-no-e-commerce/"><span class="button button-small">Continue reading &#8594;</span></a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por mais que um empreendedor mude, arrume, aplique, restaure, reestruture, modifique e invista em sua empresa, sempre fará alterações por causa de seus clientes. Mesmo que estabeleça uma inovação pensando na concorrência, fará isso visando atrair mais consumidores para sua loja virtual. O foco sempre será o público.</p>
<p>Com o passar do tempo e com o avanço das tecnologias, o perfil consumidor está sendo alterado. O cliente se tornou exigente, incentivador, sugestivo. As empresas além de identificarem aquilo que o consumidor deseja de seus empreendimentos, também precisam atender às suas solicitações.</p>
<p>Essa via de mão dupla é muito favorável tanto aos lojistas, como aos consumidores, pois no mesmo instante em que o empreendimento atende a um pedido do cliente, este é capaz de sugerir ideias e inovações para que a loja virtual se estabeleça no mercado e amplie sua cartela de clientes.</p>
<p>Diante deste novo cenário, quem está preparado? A internet é um campo promissor que não para de crescer e desenvolver inovações. Por isso, cabe ao lojista que almeja o sucesso se basear na opinião de seu público e trabalhar em sua loja com o objetivo de despertar nos usuários da web o interesse pelo consumo virtual.</p>
<p>É mais do que essencial estar presente nas mídias sociais, disponibilizar campos para comentários e avaliação dos produtos. É importante conquistar o consumidor, mostrar que seu empreendimento está ali sempre que precisar, ou seja, marcar presença, através de e-mails marketing, ofertas, promoções, frete grátis, etc.</p>
<p>É muito simples perder um cliente para a concorrência, basta não lhe transmitir informações e deixar sua loja virtual sem divulgação, sem ações. O novo consumidor quer novidade, quer ver a empresa progredir, estar diante das inovações do mercado e fazer parte de tudo isso! Adapte sua empresa às influências do novo consumidor!</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #c0c0c0;">Fonte: Ecommerce Brasil</span></p>
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		<title>Vendendo para pessoas, e não para computadores</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 17:40:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Imagine uma loja virtual cuja página inicial (home) possui vitrines que sabem quem você é, o que você procura e o que você já comprou. Imagine entrar numa página de produtos e junto com aquele produto visualizado há vitrines que mostram produtos relacionados, produtos que foram comprados em conjunto com aquele e produtos que são &#8230;<span class="more-link"><a href="http://valehospeda.com.br/tutorial/e-commerce/vendendo-para-pessoas-e-nao-para-computadores/"><span class="button button-small">Continue reading &#8594;</span></a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine uma loja virtual cuja página inicial (home) possui vitrines que sabem quem você é, o que você procura e o que você já comprou. Imagine entrar numa página de produtos e junto com aquele produto visualizado há vitrines que mostram produtos relacionados, produtos que foram comprados em conjunto com aquele e produtos que são exatamente o que você procura. Imagine fechar uma compra e se deparar com mais uma vitrine personalizada… Agora pare de imaginar e seja bem vindo ao E-commerce 3.0, o novo e-commerce que conhece cada cliente individualmente, que envolve, que vende mais!</p>
<p><strong>O ecossistema do e-commerce e a realidade brasileira atual</strong></p>
<p>O comércio eletrônico é um dos setores da economia que mais crescem no Brasil. Apesar da taxa de crescimento acelerado, é fato que o setor ainda tem muito para crescer e, mais importante, ainda vende pouco e mal. Para entendermos como vender mais e melhor, é preciso antes conhecer o ecossistema do comércio eletrônico.</p>
<p>O e-commerce constitui-se de um ecossistema amplo e complexo, envolvendo comparadores de preços, <a id="_GPLITA_0" title="Powered by Text-Enhance" href="http://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/vendendo-para-pessoas-e-nao-para-computadores/#">e-mail</a> marketing, ERP/backoffice, logística, mídias sociais, meios de pagamento online, segurança, web analytics, plataformas de e-commerce, SEO/SEM e ferramentas de conversão. Ao analisar as lojas virtuais brasileiras, é perceptível a necessidade de dar um passo rumo à maturidade e à diferenciação. Percebe-se uma boa execução nas ações tradicionais, desde as relacionadas à logística até os investimentos em buscadores, comparadores e redes sociais.  Entretanto, existe um elo perdido nessa cadeia que são as ferramentas de conversão, ou seja, uma vez que o usuário entrou na sua loja, é preciso vender para ele! E vender significa transformar visitantes em clientes compradores!</p>
<p><strong>Principais desafios das lojas virtuais</strong></p>
<p>Quando vamos a uma loja física comprar um produto, invariavelmente temos um vendedor questionando sobre nossas necessidades e mapeando, dentro do portfólio de produtos dele, quais seriam mais adequados para cada cliente. Se possível, o vendedor nos <a id="_GPLITA_1" title="Powered by Text-Enhance" href="http://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/vendendo-para-pessoas-e-nao-para-computadores/#">oferece</a> um produto de maior valor do que aquele que pensávamos levar, promovendo um up-sell. Além disso, um bom vendedor sabe quais produtos geram uma venda casada (cross-sell) e consegue, ao final de todo o processo, garantir a venda e aumentar o valor do pedido do cliente.</p>
<p>No ambiente virtual, não apenas falta esse personagem, como também a competitividade é muito maior. No comércio eletrônico, é bem mais fácil comparar preços, iniciar uma compra e não finalizar o processo (por exemplo, não pagando um boleto), e comparar especificações de produtos. Somado a isso, há o fator psicológico de comprar um produto e não saber se ou quando ele será entregue; se o produto apresentar defeito, como acionar a garantia, e muitas outras dúvidas que surgem na cabeça dos compradores virtuais.</p>
<p>Os números crescentes do e-commerce brasileiro chamam a atenção, mas quando analisados com mais detalhes e comparados a referências internacionais nos revelam que se vende pouco e mal por aqui. Para se ter uma ideia da nossa realidade, vamos conhecer as 10 maiores taxas de conversão dos EUA (visualwebsiteoptimizer.com): Schwans (40,6%), Woman Within (25,3%), Blair (20,4%), 1800PetMeds (17,7%), VitaCost (16,4%), QVC (16%), Pro Flowers (15,8%), Office Depot (15,4%), Oriental Trading Company (14,9%) e Roamans (14,4%). Esses números não seriam surpreendentes se não fosse o fato de que a taxa média de conversão do e-commerce brasileiro gira entre 0,5% e 1,0%. A taxa de conversão média do e-commerce americano varia entre 2% e 3% e na Inglaterra está em aproximadamente 3,8% (ecommercenews.com.br). A diferença entre o caso brasileiro e os outros pode parecer pequena, mas, no pior caso, eles são 2x mais efetivos em vendas do que nós.</p>
<p>Assim, em um mercado que dobra de tamanho a cada dois anos e meio, e que vem se tornando cada vez mais competitivo, a estratégia atual do e-commerce brasileiro de atrair tráfego já não se mostra mais suficiente para sobreviver no mercado, muito menos se diferenciar. Chegou a hora de aumentar significativamente as taxas de conversão, de criar envolvimento com o cliente. Um cliente satisfeito é um cliente envolvido, aquele que sempre consulta sua loja antes de fazer uma compra, aquele que dá preferência a você.</p>
<p>Portanto, dois grandes desafios do e-commerce brasileiro hoje são aumentar as taxas de conversão e o envolvimento com os clientes. Para entender melhor o que é preciso fazer para superá-los, vamos falar de ferramentas de conversão, mais especificamente de personalização da experiência de compra.</p>
<p><strong>Personalização da experiência de compra</strong></p>
<p>Algo em comum nas lojas com maiores conversões nos EUA é o fato de que todas elas usam alguma ferramenta otimizada de conversão, especificamente um serviço de recomendação personalizada. Personalizar a experiência de compra de cada cliente de uma loja virtual é uma etapa essencial para aumentar o envolvimento e as taxas de conversão.</p>
<p>Os serviços de recomendação personalizada formam um guia indispensável no processo de escolha de produtos em um e-commerce e visam sugerir o produto mais atraente para cada cliente, em cada contexto, antes da perda de sua atenção. Essa sugestão pode ser feita através de vitrines personalizadas dentro da loja ou disparando e-mails com produtos selecionados exclusivamente para cada cliente.</p>
<p>Neste artigo, vamos focar três aspectos importantes das ferramentas de recomendação personalizada: 1) Quais são seus passos de desenvolvimento; 2) Como elas funcionam; e 3) Como integrá-las em sua loja virtual.</p>
<p><em>- Desenvolvimento </em></p>
<p>O desenvolvimento de sistemas de recomendação personalizada levou ao surgimento de empresas específicas para esse segmento, são os chamados serviços de recomendação ou serviços de personalização dinâmica de lojas e sites. Dentro das lojas virtuais, o objetivo de um serviço de recomendação é gerar vitrines personalizadas de forma dinâmica para cada cliente, em cada momento de sua navegação pela loja, melhorando sua experiência de compra e maximizando sua probabilidade de efetuar uma compra que será, de fato, consolidada. Há três passos importantes nesse processo:</p>
<ol>
<li><strong>Conhecer os clientes e os produtos da loja:</strong> para entender as necessidades de cada cliente, é preciso identificar quem está dentro da loja, quais são os produtos disponíveis e, com base em dados históricos deste e de outros usuários, conhecer seus hábitos de consumo, preferências e entender suas necessidades. Para isso, os serviços de recomendação monitoram toda a experiência de compra e navegação dos usuários;</li>
<li><strong>Análise de dados:</strong> capturadas as informações sobre os clientes e os produtos das lojas, conhecimentos profundos de estatística e das mais avançadas técnicas de análise de dados são necessários para se definir o produto certo para cada cliente no momento certo de sua experiência de compra;</li>
<li><strong>Interface com os usuários:</strong> o último passo, dependente dos anteriores, é apresentar as recomendações personalizadas. Essa apresentação, dentro da loja, se dá sob a forma de vitrines inteligentes e adaptativas estrategicamente posicionadas dentro da loja virtual.</li>
</ol>
<p><em>Como funciona</em></p>
<p>A personalização da experiência de compra se materializa, dentro da loja virtual, sob a forma de vitrines personalizadas e dinâmicas colocadas em locais estratégicos e que trazem as melhores ofertas de produtos para o cliente nos diversos momentos de sua navegação, da página inicial (home), passando pelas páginas de produto e indo até o carrinho de compras ou depois dele:</p>
<ol>
<li><strong>Home da loja</strong>: no e-commerce 3.0, as vitrines personalizadas criam uma dinâmica para a home, elas se adaptam, são aderentes ao perfil do usuário, buscando sempre apresentar produtos relacionados à sua interação com a loja, facilitando seu processo de compra, melhorando a experiência e criando um maior envolvimento.</li>
<li><strong>Páginas de produto</strong>: um dos locais mais importantes no processo de compra, pois a chegada nelas implica num grande interesse naquele tipo de produto. Entretanto, em várias ocasiões, o consumidor, por falta de opção, sai sem comprar, deixa de comprar mais ou deixa de comprar um produto mais aderente às suas necessidades.</li>
</ol>
<p>É importante ressaltar que a relação entre produtos vai muito além da categoria: há produtos relacionados em diferentes categorias e há também uma seleção comportamental por parte dos clientes da loja, que fornece informações claras sobre quais outros produtos podem ser comprados em conjunto com aquele sendo visualizado.</p>
<p>Portanto, numa página de produtos, há duas vitrines estratégicas a serem colocadas: a) “Produtos Relacionados”; e b) “Quem viu X, comprou Y”. Esse segundo tipo de vitrine é gerado através de ferramentas de marketing comportamental (behavioral targeting) e pode assumir muitas outras formas, como “Quem viu X, também viu Y”, “Quem comprou X, também comprou Y” etc. O importante é que os serviços de recomendação personalizada são capazes de identificar essas relações com base nos hábitos de consumo dos usuários de sua loja, maximizando a conversão.</p>
<ol>
<li><strong>Carrinho de compras</strong>: a recomendação de produtos na página de carrinho de compras deve trazer vitrines baseadas em marketing comportamental, pois são essas vitrines que promovem cross-sell. No carrinho, não devemos distrair o cliente com produtos relacionados, mas sim recomendar-lhe produtos que possam ser comprados em conjunto com aquele que já foi escolhido. Por isso, uma vitrine do tipo “Quem comprou X, também comprou Y” geralmente é a mais efetiva no carrinho de compras.</li>
</ol>
<p><em>- Integração</em></p>
<p>A integração de um sistema de recomendação na loja virtual é um processo muito simples dividido em somente duas etapas:</p>
<ol>
<li><strong>Acesso ao catálogo de produtos</strong>: os produtos da loja podem ser conhecidos através do envio de um arquivo XML ou uso de algum crawler capaz de capturar essas informações;</li>
<li><strong>Inserção de scripts na loja</strong>: um conjunto de scripts (códigos similares aos do Google Analytics) é inserido dentro da loja virtual a fim de monitorar o comportamento dos clientes e de renderizar as vitrines personalizadas.</li>
</ol>
<p><strong>Vendendo para pessoas</strong></p>
<p>Uma loja virtual cujas vitrines são montadas dinamicamente para cada cliente em função de seu perfil, de sua navegação e da experiência de compra dele e de outras pessoas que compartilham hábitos e preferências é uma loja virtual que vende para pessoas, e não para computadores. Vender para pessoas significa maior taxa de conversão, maior tíquete médio e melhor envolvimento com os clientes; é um diferencial competitivo que só agora começa a ganhar espaço no Brasil e a mostrar resultados. Em mercados mais amadurecidos, como os EUA e a Europa, as principais lojas (algumas listadas aqui) possuem ferramentas de recomendação personalizada.</p>
<p>Enfocamos aqui os conceitos centrais sobre sistemas de recomendação, o que são, como funcionam e como se integram em sua loja virtual. Outro canal importante de personalização para aumento de conversão e envolvimento são os e-mails. Os resultados de toda essa personalização são uma conversão de até 20% a mais, aumento do tíquete médio de até 15% e maior tempo na loja.</p>
<p>Em um próximo artigo falaremos de dois elementos centrais da recomendação personalizada: 1) Quais são os principais resultados, obtidos a partir de cases reais, de uso dos serviços de recomendação personalizada; e 2) Como comparar as diferentes ferramentas existentes no mercado.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #c0c0c0;">Fonte:  E-Commerce  Brasil</span></p>
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		<title>Promovendo sua loja virtual principios básicos</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 17:35:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Apenas colocar uma loja virtual no ar não é mais o bastante, é aí que apenas se inicia o trabalho. É preciso promovê-la para que haja constante fluxo e movimento, de modo a gerar os lucros desejados. Pensando nisso, a seguir, algumas dicas valiosas para alavancar as vendas em sua loja virtual. SEO: Nada mais é que a organização &#8230;<span class="more-link"><a href="http://valehospeda.com.br/tutorial/e-commerce/promovendo-sua-loja-virtual-principios-basicos/"><span class="button button-small">Continue reading &#8594;</span></a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apenas colocar uma loja virtual no ar não é mais o bastante, é aí que apenas se inicia o trabalho. É preciso promovê-la para que haja constante fluxo e movimento, de modo a gerar os lucros desejados. Pensando nisso, a seguir, algumas dicas valiosas para alavancar as vendas em sua loja virtual.<br />
<code></code><br />
<strong>SEO:</strong> Nada mais é que a organização de um site para que o mesmo seja otimizado a fim de ser mais bem posicionado nos mecanismos de busca. Algo que nos soa tão simples, mas que de fato é imprescindível;<br />
<code></code><br />
<strong>Definir programa de afiliados:</strong> Permitir que outros sites, blogs e mídias divulguem sua loja através de banners em seus respectivos sites, o que não apenas alavanca suas vendas e gera lucros, como também possibilita maiores índices de divulgação;<br />
<code></code><br />
<strong>Manter o conteúdo sempre atualizado:</strong> É a maneira mais eficiente de se conservar um cliente e posteriormente gerar interesse em pessoas para que se tornem efetivamente clientes;<br />
<code></code><br />
<strong>Publicidade online via banners:</strong> É valido considerar investir em banners até mesmo em sites onde os produtos sejam complementares aos seus;<br />
<code></code><br />
<strong>E-mail Marketing:</strong> O e-mail marketing parte de um bom formulário de cadastro em sua loja, para que se possa extrair ao máximo as informações pertinentes aos meios de contato utilizados pelo cadastrando. Esta lista de contatos é o recurso e a solução mais valiosa para seu negócio;<br />
<code></code><br />
<strong>Criar uma assinatura: </strong>Incluindo a URL da sua loja, utilize-se de uma assinatura de e-mail. Recomenda-se que se use até seis linhas, informando as formas de contato, de maneira a atrair o leitor a clicar e ser direcionado a conhecer sua loja;<br />
<code></code><br />
<strong>Press Release:</strong> Um comunicado de imprensa desenvolvido com precisão deve gerar resultados eficientes, especialmente se sua loja tem algo novo para oferecer;<br />
<code></code><br />
<strong>Espalhar a sua marca:</strong> Um ótimo meio de publicidade gratuita é a impressão de seu logotipo e domínio em todas as peças veiculadas por sua empresa.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #c0c0c0;">Fonte:  E-Commerce Brasil</span></p>
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		<title>E-commerce: como conquistar o público?</title>
		<link>http://valehospeda.com.br/tutorial/e-commerce/e-commerce-como-conquistar-o-publico/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 17:26:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As lojas físicas ganharam a opção de vender seus produtos online e ampliar seu público, e a internet ganhou milhares lojistas no comércio online que se mantêm exclusivamente pelas vendas na internet. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), dos 73 milhões de internautas no Brasil, 14 milhões já realizam compras online, &#8230;<span class="more-link"><a href="http://valehospeda.com.br/tutorial/e-commerce/e-commerce-como-conquistar-o-publico/"><span class="button button-small">Continue reading &#8594;</span></a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As lojas físicas ganharam a opção de vender seus produtos online e ampliar seu público, e a internet ganhou milhares lojistas no comércio online que se mantêm exclusivamente pelas vendas na internet. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), dos 73 milhões de internautas no Brasil, 14 milhões já realizam compras online, número que representa 19% da população virtual do país.</p>
<p>O e-commerce é uma das melhores oportunidades geradas pela web 2.0: ele possibilita tanto um novo mercado para seus investidores quanto para os consumidores. Os negócios online são classificados em duas áreas: o Business-to-Business (B2B) e o Business-to-Consumer (B2C). O B2B representa toda a venda realizada de uma empresa para outra, já o B2C refere-se a todos os processos que permitem um consumidor final adquirir um produto ou serviço pela web.</p>
<p>Apesar desta cultura já ser aceita pelo consumidor, os lojistas virtuais ainda precisam enfrentar inúmeros desafios para alcançar o sucesso. Além de conseguir com que o internauta entre em seu site de e-commerce, também é preciso convencê-lo a finalizar a compra.</p>
<p>Este processo é chamado de taxa de conversão, que representa tudo o que foi inserido na loja e concluído no “carrinho de compras”. No Brasil, segundo o estudo da IPEA, a taxa de conversão segue a média de 2,5%. Já nos Estados Unidos, onde já existe uma cultura amadurecida de comércio eletrônico, esta taxa é de 4%.</p>
<p>Segundo Luiz Felipe Weber, bacharel em Sistemas da Informação e programador Master no setor de e-commerce, a Tecnologia da Informação também precisa exercer o seu papel no mercado de comércio eletrônico. “A TI pode facilitar e proporcionar a melhora da interação entre os sistemas de comércio eletrônico e o consumidor, e aumentar a segurança no uso de aplicações web, já que muitos ainda têm receio de perdas de dados”, diz Weber.</p>
<p>Os consumidores possuem um ponto de vista comum sobre segurança, e o que muitas pessoas ainda temem nas lojas virtuais é que seus dados pessoais sejam violados, ou, cartões de créditos clonados. O especialista sugere que, para aumentar a sua credibilidade, o e-commerce pode expor aos clientes dados sobre a certificação e opiniões ou reclamações de outros consumidores. Estes dados podem ser fornecidos facilmente por sites como e-bit e Reclame Aqui, por exemplo.</p>
<p>“Já a segurança, pode ser melhorada com a obtenção de certificado seguro ou SSL para a loja, onde a troca de dados entre o e-commerce e o consumidor são criptografados. Mas segurança e credibilidade estão ligados diretamente à confiança do consumidor perante a loja”, cita Weber. Ele ainda alerta que, para evitar fraudes, é preciso ter o controle sobre cada transação realizada no e-commerce. “Facilita também, no caso de utilizar um gateway, ter uma integração com empresas que já fazem este serviço, como a ClearSale ou FControl”, lembra.</p>
<p>Um gateway, segundo Weber, consiste em um sistema que integra os provedores de cartões de crédito às lojas virtuais ou sistemas, onde os lojistas contratam cada provedor. A vantagem, diz o especialista, é de que o valor da transação não é transmitido para o gateway, sendo mais seguro para os dados transmitidos. Outra opção para os lojistas é realizar as transações por um intermediário de pagamento, que consiste em integrar meios de pagamento ao intermediador. “É mais simples de integrar e não exige contrato com cada provedor de cartão, porém, as tarifas cobradas são por porcentagem e tipo de transação (boleto, cartão, transferência bancária)”, completa o programador.</p>
<p>Ele processe afirmando que o maior erro dos lojistas é terem a ideia de que a loja virtual é auto-suficiente para as vendas. “O erro é pensar que a loja virtual ‘vende-se sozinha’, bastando cadastrar os produtos, configurar a forma de entrega e pagamento. Uma loja virtual pode e deve ser considerada como uma nova filial da empresa, com todos os recursos necessários para a manutenção e divulgação”, diz Weber.</p>
<p>Para um e-commerce ser considerado otimizado e manter um percentual de acesso, ele necessita sempre ser atrativo ao público, ter constante atualização e sempre oferecer melhor qualidade ao consumidor. Além disso, as lojas virtuais podem aproximar seus clientes com as diferentes ferramentas de comunicação oferecidas pelas redes sociais e blogs.</p>
<p>Como o seu produto pode ser usado? Demonstre aos seus clientes por meio de um vídeo, por exemplo. Nas redes sociais (Orkut, Twitter, Facebook, etc), o cliente deve oferecer interatividade aos consumidores e dar espaço para dúvidas e sugestões. Weber lembra que para isso, as empresas podem contratar profissionais especializados e utilizar a mídia social como um canal de Feedback com o cliente e divulgação da confiabilidade da empresa.</p>
<p>As empresas ainda devem ficar atentas às grandes tendências da compra online, que, segundo Weber, consistem no compartilhamento de compras em redes sociais (social e-commerce) e a compra coletiva segmentada, já presente no mercado, como o Groupon e o Peixe Urbano, por exemplo. “Já a oportunidade está ligada ao momento certo, investimento correto, nicho de mercado certo, enfim ‘aquela ideia boa que você sabe que dará certo’”, conclui o especialista.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #c0c0c0;">Por: Mateus Toledo Nuvem Shop</span></p>
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		<title>Facebook Marketing: 7 Dicas Úteis Para Divulgar o Seu Site no Facebook</title>
		<link>http://valehospeda.com.br/tutorial/rede-sociais/facebook-marketing-7-dicas-uteis-para-divulgar-o-seu-site-no-facebook-ler-mais-facebook-marketing-7-dicas-uteis-para-divulgar-o-seu-site-no-facebook/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 17:40:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valehospeda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rede Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[facebook - facebook marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Como todos sabemos, o Facebook é a maior rede social do mundo com números verdadeiramente impressionantes em termos de visitas, tráfego, utilizadores, visibilidade, etc. Só em Portugal, já são perto de 3 milhões de utilizadores. Por estes motivos, torna-se cada vez mais relevante fazer parte do Facebook e utilizar todo o seu poder para captar tráfego e negócio, e &#8230;<span class="more-link"><a href="http://valehospeda.com.br/tutorial/rede-sociais/facebook-marketing-7-dicas-uteis-para-divulgar-o-seu-site-no-facebook-ler-mais-facebook-marketing-7-dicas-uteis-para-divulgar-o-seu-site-no-facebook/"><span class="button button-small">Continue reading &#8594;</span></a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como todos sabemos, o <a href="http://www.facebook.com/valehospeda">Facebook</a> é a maior rede social do mundo com números verdadeiramente impressionantes em termos de visitas, tráfego, utilizadores, visibilidade, etc. Só em Portugal, já são perto de 3 milhões de utilizadores.</p>
<p>Por estes motivos, torna-se cada vez mais relevante fazer parte do <a href="http://www.facebook.com/valehospeda">Facebook</a> e utilizar todo o seu poder para captar tráfego e negócio, e por isso mesmo, resolvi juntar <strong>7 dicas úteis</strong> para utilizar o Facebook para divulgar o seu site e captar leads e negócio.</p>
<h2>1. Criar um Perfil Pessoal Aberto</h2>
<p>Ao criar um perfil no <a href="http://www.facebook.com/valehospeda" rel="nofollow" target="_blank">Facebook</a>, é possível escolher quais os itens que serão públicos e os que serão privados ou apenas para os amigos.</p>
<p>Considerando que estamos a pensar ganhar visibilidade, não faz sentido bloquear o acesso a informaçao. Sim, colocamos a descoberto alguma informação pessoal, mas também não precisa de aí colocar a história da sua vida. Nem tão pouco é isso que deverá ser feito.</p>
<p>Além disso, o tipo de informação que fica visível, é informação inofensiva, e permite-lhe dar uma breve ideia que quem está “do outro lado”.</p>
<p>Por outro lado, ao colocar aí alguma informação, mostra interesse em dar-se a conhecer (por pouco que seja) e abertura para conhecer pessoas e estabelecer relações e contato com outros.</p>
<h2>2. Criar uma Página no Facebook</h2>
<p>As páginas do <a href="http://www.facebook.com/valehospeda" rel="nofollow" target="_blank">Facebook</a>, são excelentes ferramentas de marketing, quando bem utilizadas.</p>
<p>Permitem-lhe entre muitas coisas, estabelecer uma comunicação próxima com as pessoas que estão interssadas nos assuntos que você trata, seja através da publicação de notícias, publicação de media (vídeos, imagens, etc), realização de concursos/passatempos, outros eventos, criar uma lista de fãs/seguidores, etc.</p>
<p>Através da criação da sua página do Facebook, irá permitir aos seus fãs e interessados, estarem atualizados com as informações que você nela publica, mas esta informação também será publicada na página de perfil dos fãs da sua página, ganhando ainda mais visibilidade para todos os seus amigos e utilizadores que vistarem as páginas destes fãs. Veja o exemplo da página do <a href="http://www.facebook.com/valehospeda" target="_blank">ValeHospeda Facebook</a>.</p>
<h2>3. Divulgar a sua Página</h2>
<p>O passo seguinte será, naturalmente, dar a conhecer ao mundo a sua página do Facebook.</p>
<p>Poderá ser um bom ponto de partida, começar pelos seus amigos mais próximos e depois ir alargando o alcance a outras pessoas.</p>
<p>Um grupo de amigos, por pequeno que seja, já poderá dar uma boa visibilidade aos seus conteúdos, uma vez que estes também serão publicados nas suas páginas de perfil, estando assim visível para os amigos dos seus amigos.</p>
<p>Esta componente viral, é muito importante para poder aumentar a exposição e visibilidade dos seus conteúdos, de forma a aumentar a sua lista de fãs.</p>
<h2>4. Conseguir mais Gosto’s</h2>
<p>O botão “Gosto” passa agora a ter muito mais relevância no seu marketing, pois é a forma dos utilizadores se tornarem fãs de uma página no Facebook e de esta ganhar mais visibilidade.</p>
<p>Tal como acontece no seu site ou blog, para conseguir mais assinantes, é necessário publicar conteúdo com real valor. No Facebook não é diferente.</p>
<p>Se publicar conteúdo com qualidade, isso será reconhecido e a probabilidade de haver mais pessoas a tornarem-se fãs aumenta exponencialmente, dando assim mais visibilidade aos seus conteúdos e à sua página.</p>
<h2>5. Junte-se a Grupos</h2>
<p>Outra forma de conseguir chegar até pessoas que partilham os mesmos interesses que você, ou pelo que você tem para oferecer, é através de Grupos do Facebook.</p>
<p>Grupos, como o próprio nome diz, são aglomerados de utilizadores do Facebook que partilham um determinado interesse.</p>
<p>Imagine o conceito de um fórum, mas limitado a utilizadores do Facebook. É assim que funcionam os Grupos no Facebook.</p>
<p>Mantendo sempre o respeito pelos restantes membros, através dos Grupos, poderá participar em discussões e adicionar valor às conversas em curso, além de que, também poderá publicar tópicos seus.</p>
<p>Desta forma, poderá facilmente chegar ao seu target de uma forma menos agressiva e contextualmente mais “amigável”.</p>
<p>Escusado será dizer que entrear por um grupo a dentro e começar a submeter informaçao à toa, irá levar a um mau desfecho, como ser banido ou ganhar a reputação de spammer, oq ue é exatamanete o contrário do objetivo que se pretende atingir.</p>
<h2>6. Interligar o Seu Site e Blog ao Facebook</h2>
<p>Como forma de aumentar a exposição da sua página do Facebook, bem como aos utilizadores tanto do Facebook como do seu site ou blog, é aconselhável ligar ambas as plataformas estabelecendo assim uma ponte de navegação que permitirá aos visitantes do seu site, juntarem-se a si no <a href="http://www.facebook.com/valehospeda" rel="nofollow" target="_blank">Facebook</a>, e segui-lo também aí.</p>
<p>Nem todos os utilizadores, gostam de assinar newsletters por email, ou de utilizar os RSS Feeds, e assim você disponibiliza aos visitantes do seu site mais uma forma de subscrição e acompanhamento dos seus conteúdos, num ambiente que lhes é cómodo e familiar.</p>
<p>Além disso, se um visitante do seu site ou blog, quiser partilhar um determinado conteúdo que lá encontrou com os seus amigos, poderá fazê-lo de forma mais fácil, rápida e intuitiva.</p>
<h2>7. Usar o Facebook Advertising</h2>
<p>A publicidade no Facebook é um meio muito bom para divulgar a sua página para os utilizadores desta rede social.</p>
<p>Os utilizadores quando estão a ver a sua publicidade, estão nesse momento logados no Facebook, o que facilita a sua “aderência” a uma acção que envolva o Facebook, ao contrário do ponto anterior.</p>
<p>Seja como for, o Facebook em termos de publicidade, disponibiliza a possibilidade e segmentar o alvo da sua campanha com base em vários tipos de informação, como são, o sexo, idade, localização, gostos/interesses, entre outros.</p>
<p>A combinação de alguns fatores, permite-lhe criar uma campanha mais direcionada ao target que pretende chegar com a sua mensagem.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #c0c0c0;">Fonte:  Web Marketing PT</span></p>
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		<title>Email Marketing: 10 Dicas Para Melhorar a Sua Taxa de Entrega</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 16:56:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valehospeda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Email Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas Email Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[double opt-in]]></category>
		<category><![CDATA[email marketing]]></category>
		<category><![CDATA[opt-in]]></category>

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		<description><![CDATA[O email marketing assenta o seu sucesso em algumas boas práticas, entre elas a Taxa de Entrega (Deliverability) , que não é mais que o número de emails recebidos, face ao número total de envios. Para que possa aumentar a sua Taxa de Entrega, ou pelo menos garantir que está a fazer tudo o que pode para evitar que os &#8230;<span class="more-link"><a href="http://valehospeda.com.br/tutorial/email-marketing/email-marketing-10-dicas-para-melhorar-a-sua-taxa-de-entrega/"><span class="button button-small">Continue reading &#8594;</span></a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.valehospeda.com.br/email-markting.html">email marketing</a> assenta o seu sucesso em algumas boas práticas, entre elas a <strong>Taxa de Entrega</strong> (Deliverability) , que não é mais que o número de emails recebidos, face ao número total de envios.</p>
<p>Para que possa <strong>aumentar a sua Taxa de Entrega</strong>, ou pelo menos garantir que está a fazer tudo o que pode para evitar que os seus emails vão para à pasta de spam, de forma a garantir que não levanta obstáculos à entrega de emails com sucesso, existem algumas dicas úteis que pode implementar já hoje.</p>
<h3>1. Evite o uso de certas palavras</h3>
<p>Certo tipo de palavras, podem fazer com que o seu email fique bloqueado nos filtros de spam.</p>
<p>Palavras como sexo, viagra, dieta, etc, podem aumentar consideravelmente o risco do seu email ser considerado spam.</p>
<p>Felizmente, a maior parte dos fornecedores de serviços de email marketing, como é o caso do nosso Sistema Envio, disponibilizam ferramentas que nos permitem fazer um diagnóstico prévio ao envio, o que é excelente para evitar correr riscos e cometer erros que podem mais tarde sair caro.</p>
<p>Já o mesmo não acontece para quem utiliza software local de email marketing.</p>
<h3>2. Uso de IP’s nos url’s</h3>
<p>Não é que seja comum fazê-lo, mas algo que é comum de se encontrar no comportamentos dos spammers é o uso de endereços de IP em url’s no corpo do email.</p>
<p>Links como http://102.304.56.78/pagina.html não devem ser utilizados. O Outlook, tal como outras ferramentas tendem a considerar estes emails como sendo spam.</p>
<h3>3. Optimize As Imagens</h3>
<p>A optimização de imagens para a web é um ponto muito importante também no envio de emails.</p>
<p>Em paralelo, também é bastante importante que faça uso do tributo “Alt” das imagens, pois caso a imagem não carregue corretamente, sempre será possível para o destinatário ter uma ideia do que a imagem trata.</p>
<h3>4. Identificação Clara do Remetente</h3>
<p>Este é talvez um dos mais óbvios e fáceis de resolver, mas ainda hoje é comum ver emails serem enviados a partir de remetentes com nomes que não estão relacionados em nada com o site ou o assunto que serviu de base à subscrição. Não cometa este erro.</p>
<h3>5. Reputação do Servidor</h3>
<p>Não que seja um ponto onde, de alguma forma, possa fazer algo de forma ativa para alterar, mas pode sempre, à partida tentar fazer uma análise prévia para tentar aferir da reputação dos servidores do serviço que pensa utilizar ou que já utiliza.</p>
<h3>6. Formatação Incorreta</h3>
<p>Existem vários fatores relacionados com a formatação do email que podem muito bem comprometer.</p>
<p>Alguns desses fatores que convém ter algum cuidado, são o uso excessivo de pontos de exclamação, de maiúsculas, de código html desnecessário.</p>
<p>Outros aspetos a evitar é a criação de emails que tenham apenas uma imagem. Este poderá só por si ser um motivo muito forte para que o email fique bloqueado e não chegue ao destinatário.</p>
<h3>7. Utilizar Double Opt-in</h3>
<p>O double opt-in, é a dupla verificação do email e da intenção do assinante em subscrever uma newsletter.</p>
<p>Enquanto que no processo single opt-in, o assinante insere o seu email e automaticamente fica subscrito à newsletter, no processo double opt-in, o assinante, depois de inserir o seu email, ainda tem de verificar o seu endereço de email e a sua intenção de subscrever a newsletter através de um email que lhe é enviado, só após este passo, fica concluído o processo de subscrição.</p>
<p>Ao utilizar o processo de double opt-in, aumenta consideravelmente a possibilidade de não haver queixas de spam, já que muitas vezes o que acontece é que – por incrível que pareça – as pessoas subscrevem newsletters e depois não se lembram de o ter feito.</p>
<h3>8. Frequência de Envio</h3>
<p>Ninguém gosta de ser massacrado com emails a toda a hora, nem você nem os seus assinantes, portante estipule uma frequência que seja razoável, considerando o tema e o contexto, de forma a evitar receber queixas de spam.</p>
<p>Se por acaso a sua newsletter é muito frequente, diária ou outra, é aconselhável que disponibilize outra frequência de envio da newsletter como opção da subscrição, como semanal, por exemplo.</p>
<h3>9. Formas de Cancelamento</h3>
<p>Disponibilizar de forma clara, sem que seja escondido no fim do email em letras muito pequenas, um link para a pessoa poder cancelar o envio da newsletter, e se possível outro para poder editar/alterar a sua informação ou email, é uma excelente forma de, por um lado, separar o trigo do joio, e por outro, contribui para evitar que surjam queixas de spam.</p>
<p><strong><span><span style="color: #ff0000;">OBS: Todos nossos clientes por politica de uso, já deixamos a opção excluir email no final das campanhas, não precisando colocar a opção remoção email.</span></span></strong></p>
<p>Aqui no ValeHospeda, por exemplo, eu prefiro ter menos assinantes, mas assinantes mais fieis e realmente interessados em aprender e evoluir. Não apenas por este motivo, mas também, a newsletter do blog sempre teve o link para a pessoa poder abandonar a newsletter no início e no fim da newsletter.</p>
<h3>10. Test &amp; Learn</h3>
<p>Uma última dica importante, é: nunca deixar de testar várias formas de envio, remetente, assunto, etc, pois só assim conseguirá saber o que realmente resulta no seu caso em particular.</p>
<p>A Taxa de Entrega, é sem dúvida um ponto de partida importante para conseguir fazer chegar a sua mensagem ao destino com sucesso.</p>
<p>Veja nossos planos de envio e-mail marketing  <a href="http://www.valehospeda.com.br/email-marketing.html" target="_blank">clique aqui </a></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #c0c0c0;">Fonte: Web Marketing PT</span></p>
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		</item>
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		<title>Como construir sua lista opt-in ou double opt-in</title>
		<link>http://valehospeda.com.br/tutorial/email-marketing/como-construir-sua-lista-opt-in-ou-double-opt-in/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 11:52:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valehospeda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Email Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros amigos, veremos agora como construir a sua lista de e-mail marketing de permissão. Entenderemos primeiro alguns conceitos e então veremos a estratégia para construir a base. Tens dúvidas? Sugestões? Faça um comentário ou envie um e-mail. E lá vamos nós. =) Construindo a lista opt-in Na coluna passada, comentamos que para uma campanha de &#8230;<span class="more-link"><a href="http://valehospeda.com.br/tutorial/email-marketing/como-construir-sua-lista-opt-in-ou-double-opt-in/"><span class="button button-small">Continue reading &#8594;</span></a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Caros amigos, veremos agora como construir a sua lista de e-mail marketing de permissão. Entenderemos primeiro alguns conceitos e então veremos a estratégia para construir a base. Tens dúvidas? Sugestões? Faça um comentário ou envie um e-mail. E lá vamos nós. =)</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Construindo a lista opt-in</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Na coluna passada, comentamos que para uma <span style="color: #000000;">campanha de e-mail marketing de sucesso</span> precisamos de uma premissa: a sua lista deve ser opt-in. Se você acha que comprando um cd com 1 milhão de e-mails você já está pronto para o e-mail marketing, você nem sabe o mal que está fazendo para a imagem sua empresa.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Tipos de permissão</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Antes de vermos propriamente como contruir a lista opt-in, precisamos entender alguns conceitos de listas de permissão. </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> opt-in: é a lista de permissão dada pelo próprio usuário que deseja receber e-mails da sua empresa.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">double opt-in ou opt-in confirmado: é a confirmação do opt-in por e-mail. É a garantia de que o destinatário realmente confirmou a entrada em sua lista. Isto impede que alguém coloque um e-mail invalido ou cadastre um e-mail de outra pessoa.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">opt-out: é uma lista de pessoas que não deram permissão, também conhecida como NS(Não Solicitado). É o exemplo do cd com 1 milhão de e-mails ou de clientes que são seus, mas que não permitiram envio de e-mails. A permissão não pode ser presumida, deve ser bem clara. O termo também é associado ao descadastro(unsubscribe) de uma lista opt-in.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Construindo a sua lista</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Normalmente para construir a lista, é utilizada uma página do próprio site como um &#8220;fale conosco&#8221; e nele teria uma checkbox(campo de sim ou não) que pode ser marcada caso haja interesse em assinar a lista. Outra opção é ter uma área do site solicitando apenas o e-mail da pessoa para fazer parte da newsletter.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Existem também outras opções diferentes de apenas usar o seu site. Vejamos:</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Relacionamento direto. Em um atendimento telefônico(ou telemarketing), ou no próprio Ponto de Venda(PDV), você pode coletar os e-mails de clientes e prospects para receberem comunicados e promoções.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Folheteria. Não esqueça de informar em todas as peças da sua empresa como cartões de visita, papéis timbrados, o seu endereço eletrônico e o site. Se possível, informe também que o usuário pode se cadastrar em seus informativos periódicos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Assinatura de e-mail. Além de servir como estratégia de divulgação do seu site, também pode servir para informar sobre a sua lista.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Em todas as maneiras de construir a lista opt-in, você deve deixar claro o que o destinatário irá receber. O que você está estabelecendo com o cliente é um marketing de relacionamento. Diferentemente do marketing de interupção, você deve oferecer algo relevante a ele, afinal o seu objetivo é estreitar o relacionamento com o cliente. Falaremos sobre marketing de relacionamento com mais detalhes em uma próxima coluna.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Já fiz tudo isto, e agora?</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Para que sua lista opt-in seja realmente válida, você não pode esquecer:</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Nunca venda ou alugue sua lista para ninguém. Quando alguém fornece o seu endereço de e-mail, o faz pela confiança no seu site. Imagine se alguém resolve distribuir o seu e-mail para TODAS as empresas do planeta. Haja caixa de entrada.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Não use listas alugadas. Permissão não se empresta nem se transfere. Se a pessoa permitiu receber e-mail da empresa XPTO, no máximo você pode enviar uma oferta por intermédio da empresa XPTO.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Política de privacidade. Tenha uma política em seu site e informe nela como você utilizará os dados coletados. Seja claro e franco e nunca desrespeite sua própria política.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Relevância. Forneça ao seu cliente apenas o que ele quer. Seja relevante. Não adianta enviar e-mail ofertando produtos para gatos se ele só tem cachorro.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Respeite o cliente. Isso é o mais importante. Se você chegou até aqui, é por que você sabe o quanto o SEU cliente é importante. Responda prontamente as suas mensagens, forneça link para o caso de ele não conseguir visualizar, tenha sempre link para descadastro, ou seja, respeite o cliente.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Conclusão</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Ao contruir uma lista opt-in de e-mail marketing, deve-se ter muito cuidado com que está na sua base. Vale mais ter uma base pequena com interesse, do que uma base de e-mail gigante sem ninguém realmente interessado. Reforçando, trate seu cliente como você gostaria de ser tratado. Haja sempre com bom senso e ética. </span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #999999;">Fonte: IMASTERS</span></p>
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		<title>5 Dicas de Marketing Digital para Pequenas e Médias Empresas</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Mar 2012 20:21:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valehospeda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[dicas marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Pequenas e Médias empresas podem ser vistas como Grandes e Organizadas Corporações através do uso de ações estratégicas de Marketing Digital. Além, é claro, de ser uma ferramenta perfeita para a captação de novos prospects e clientes. Com a popularização das redes sociais, o marketing digital se tornou ferramenta obrigatória para qualquer tipo de empresa. &#8230;<span class="more-link"><a href="http://valehospeda.com.br/tutorial/marketing-digital/5-dicas-de-marketing-digital-para-pequenas-e-medias-empresas/"><span class="button button-small">Continue reading &#8594;</span></a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pequenas e Médias empresas podem ser vistas como Grandes e Organizadas Corporações através do uso de ações estratégicas de Marketing Digital. Além, é claro, de ser uma ferramenta perfeita para a captação de novos prospects e clientes. Com a popularização das redes sociais, o marketing digital se tornou ferramenta obrigatória para qualquer tipo de empresa. O grande diferencial é que pequenas e médias empresas possuem a vantagem de implementar projetos com muito mais agilidade e capacidade de adaptação. Esse diferencial faz com que muitas dessas empresas se destaquem no meio empresarial através de cases de sucesso e ações criativas de marketing.<br />
Aqui listaremos 5 dicas para usar o marketing online combinado com algumas ações de SEO para conquistar novos clientes e admiradores da sua empresa.</p>
<p><strong> 1 – Blog</strong><br />
O Blog é a maneira mais fácil de criar e gerenciar conteúdos de qualidade com alta possibilidade de indexação pelo google. Serve como um “Plus” para o seu site e pode servir como uma rede de captação de novos clientes. Vai uma dica: faça de seu blog uma fonte de informação para que você seja descoberto e adorado pelos clientes. Para isso, entre na cabeça deles e tente imaginar por onde estão navegando ou que tipo de conteúdo estão buscando no Google. Utilize ferramentas como o Google Suggest, Adwords, Google Zeitgeist ou Google Trends. Combinando estas ferramentas com as palavras-chave ligadas ao seu negócio, você descobrirá o que está na “boca do povo”, ou melhor dizendo, o que as pessoas estão buscando a respeito do seu negócio. Faça posts interessantes para o seu público e se deixe ser encontrado.</p>
<p><strong>2 – Newsletter e Email Marketing</strong><br />
Newsletters ou Email Marketing são ótimas ferramentas para você aguçar diariamente o desejo de consumo dos seus clientes. Existe uma corrente que minimiza o valor desse tipo de mídia, mas não se iluda pelo negativismo! Email Marketing funciona! E como funciona! Mas, como todo tipo de mídia, você precisa estabelecer uma frequencia certa. Evite enviar emails com larga diferença de tempo. Mas também não seja chato a ponto de enviar dois a três emails por dia. Estabeleça um padrão para o seu negócio. Evite comprar listas no mercado negro ou de fontes duvidosas. Essas listas poderão fazer com que a imagem da sua empresa fique queimada, e seu email provavelmente entrará nas listas ANTI-SPAMS (o SPC/SERASA dos servidores de Email).</p>
<p>Veja o que não pode faltar em seu e-mail marketing:<br />
- Uma promoção atrativa.<br />
- Preço competitivo.<br />
- Facilidade de pagamento.<br />
- Fotos e layouts bonitos e atrativos.<br />
- Diferencial competitivo: ofereça um brinde ou um serviço a mais para que você<br />
se destaque frente aos seus concorrentes.</p>
<p><strong>3 – Redes Sociais</strong><br />
Virou modismo: toda empresa tem que estar no Facebook e no Twitter. Concordo. Porém, antes de sair cadastrando sua empresa em duzentos sites diferentes de redes sociais ao redor do mundo, pense exatamente na finalidade dessa ação. E na verdade não existe outra: ficar próximo dos seus clientes, e quem sabe ampliar seus contatos e número de seguidores. Agora pense em sua estrutura. Você realmente tem tempo de responder ou interagir em tempo real com seus clientes em todas as redes sociais? Provavelmente não. A regra é clara: entre em uma rede social somente quando você tiver tempo e condições de atuar o tempo todo. Não entre por modismos ou apenas para dizer que está presente, pois na prática, não estará. Se possível, recorra a um profissional qualificado. Em geral são muito experientes e poderão te auxiliar na elaboração de um planejamento de atuação adequado para o seu negócio.</p>
<p><strong>4 – Resource Center ou Help Desk</strong><br />
Ainda não muito populares por aqui, o Help Desk é uma ferramenta muito explorada nos Estados Unidos. Os mais conhecidos são o Zendesk e o Kayako. Através deles, seu cliente terá acesso a toda informação de uso ou compra de produtos no seu site, informações relacionadas ao seu produto ou serviço, formas de pagamento, entregas e devoluções. Funciona praticamente como um self-service de informações relacionadas ao seu negócio. Em geral são recheados de perguntas e dúvidas mais frequentes, fáceis de serem identificadas pelos usuários. O Help Desk é facilmente configurado e certamente desafogará o seu serviço de tele-atendimento, fazendo com que seu custo com atendimento despenque. No Brasil, empresas como a Netimovies, a Rint ou o Moip, usam e abusam desse serviço. Outra vantagem é que o conteúdo publicado é facilmente indexado pelos mecanismos de busca.</p>
<p><strong>5 – Google Adwords (Links Patrocinados) e Sites comparadores de Preço</strong><br />
Os Links Patrocinados são aqueles pequenos anúncios de texto que aparecem ao lado direito do Google assim que você faz uma pesquisa. Os resultados são sempre relacionados ao tema da busca. Da mesma forma, você poderá definir o seu público-alvo, selecionando as palavras-chaves mais adequadas ao seu produto ou serviço. O anunciante paga apenas quando seu anúncio é clicado. O valor do clique (CPC – Custo por Clique) é definido através de vários fatores que envolvem a qualidade do anúncio, as palavras-chaves escolhidas e uma série de outras métricas definidas pelo Google. Além disso, você poderá regionalizar sua campanha e até mesmo definir o orçamento diário.</p>
<p>Por outro lado os sites comparadores de preços coloca você ao lado dos seus concorrentes. Em geral, o CPC (custo por clique) é bem mais elevado que o Google Adwords, porém com a possibilidade de comparação instantânea de preços, formas de pagamentos e entrega. Se você deseja colocar sua marca ao lado de marcas famosas e consagradas, esta é sua chance. Porém, vá com cuidado. Ter o melhor preço não é garantia de venda. Além de preço, ofereça ao seu cliente formas de pagamento diferenciadas, brindes, enfim… qualquer diferencial que destaque você dos grandes varejistas. Muitos clientes pagam mais caro só para comprar de uma marca famosa e de confiança inquestionável. Por isso, prepare sua retaguarda, oferecendo informações claras e precisas sobre a política de segurança, prazos e garantia de entrega dos seus produtos. Busque qualificação através do selo do E-bit e claro… cumpra com seus prazos corretamente.</p>
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		<title>O que é Marketing Digital</title>
		<link>http://valehospeda.com.br/tutorial/marketing-digital/o-que-e-marketing-digital/</link>
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		<pubDate>Sat, 03 Mar 2012 19:53:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valehospeda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é Marketing Digital O Marketing Digital, também conhecido como Web Marketing, é o conjunto da aplicação de técnicas de SEO, o uso de links patrocinados em canais como o Google Adwords de forma planejada e otimizada, além de e-mail marketing, campanhas em mídias sociais e marketing viral, com foco na divulgação de seu &#8230;<span class="more-link"><a href="http://valehospeda.com.br/tutorial/marketing-digital/o-que-e-marketing-digital/"><span class="button button-small">Continue reading &#8594;</span></a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>O que é Marketing Digital</h2>
<p>O <strong>Marketing Digital</strong>, também conhecido como Web Marketing, é o conjunto da aplicação de técnicas de SEO, o uso de links patrocinados em canais como o Google Adwords de forma planejada e otimizada, além de e-mail marketing, campanhas em mídias sociais e marketing viral, com foco na divulgação de seu site, marca, produtos e/ou serviços.</p>
<p>Vivemos em uma era em que os sistemas de busca desempenham papel fundamental no relacionamento empresa-cliente, de forma a inverter a forma de marketing tradicional, fazendo com que o cliente procure sua empresa, e não o contrário. Essa é a essência do Marketing Digital.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Marketing Digital &#8211; SEO</h2>
<p>O SEO é a otimização de sites para resultados orgânicos na busca, os resultados naturais da listagem.</p>
<p>O SEO possuí diversas vantagens sobre outras estratégias de marketing digital, como exemplo:</p>
<ul>
<li>Investimento a longo prazo tende a ser muito menor do que seria com links patrocinados;</li>
<li>Resultados terem maior durabilidade (caso resolva parar de investir em links patrocinados seus resultados irão sumir imediatamente);</li>
<li>Existe maior índice de cliques em resultados orgânicos, ou seja, nos resultados naturais da busca.</li>
</ul>
<p>Estar bem posicionado, se possível na primeira página e melhor ainda se entre os cinco primeiros colocados, lhe trará muitos visitantes e consequentemente retorno com uma boa taxa de conversão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Marketing Digital &#8211; Links Patrocinados</h2>
<p>Embora o SEO seja a melhor solução a longo prazo, ele não é aplicável a todas necessidades de uma campanha de marketing digital.</p>
<p>No caso de por exemplo a divulgação de uma promoção, seria impraticável a utilização de SEO, pois até se conseguir o resultado esperado com resultados orgânicos, provavelmente se perderia o foco da mesma.</p>
<p>Outro exemplo é o de empresas que não podem esperar pelos resultados de SEO e necessitam de uma rápida divulgação através de marketing digital.</p>
<p>Nestes casos é extremamente válido investir em links patrocinados, principalmente no canal Google Adwords.</p>
<p>Em uma campanha bem planejada, conduzida por uma consultoria especializada, os gastos tendem a não ser tão grandes pois você irá pagar apenas pelos cliques em seus anúncios e o retorno sobre investimento tende a ser excelente, com uma taxa de conversão mais alta do que em SEO, uma vez que irá estar atraindo um público melhor selecionado ao seu segmento e que tem maior provabilidade de estar interessado em seus serviços ou produtos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Marketing Digital – Mídias Sociais, Marketing Viral</h2>
<p>O uso das Mídias Sociais como estratégia de marketing, consiste em divulgar a marca da empresa agregando valor e conteúdo a mesma.</p>
<p>Desta forma, devemos divulgar conteúdo original e criativo, que desperte a atenção dos usuários das redes sociais para a meta pretendida pela empresa.</p>
<p>O marketing viral é uma estratégia um pouco mais complexa, pois depende de um excelente planejamento para se ter êxito.</p>
<p>O que se pretende através do marketing viral é a divulgação da marca, de forma progressiva, contando que para isso haja uma redistribuição por parte dos usuários, imitando a ação de um vírus, que ao infectar um computador tem poder de infectar mais dez, esses dez teriam poder de infectar mais cem, e assim progressivamente. Daí o nome Marketing Viral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Marketing Digital &#8211; E-mail Marketing</h2>
<p>Investir em e-mail marketing sem qualquer planejamento pode ser uma furada, principalmente pelo fato de ser comum a prática de compra de listas de e-mails e o disparo de e-mails sem qualquer tipo de filtragem, o que certamente pode denegrir a imagem de uma empresa e ainda ser caracterizado spam.</p>
<p>É necessário todo um planejamento e seguir as boas práticas de e-mail marketing para obter algum sucesso. Entre as práticas de marketing digital, considero essa a menos eficiente, pois nela estamos voltando ao marketing tradicional, onde a empresa procura o cliente. E neste caso específico você pode estar batendo na &#8220;porta&#8221; de milhares de pessoas que podem querer não ser seus clientes e ainda corre o risco de ter seu endereço de e-mail bloqueado como spam por muitas dessas pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Marketing Digital &#8211; Importância de Investir</h2>
<p>Investir em marketing para seu site é fundamental, pois um site vive de divulgação. Ter um bom posicionamento nos sites de busca trás muito resultado, podendo aumentar em muito a lucratividade de qualquer negócio.</p>
<p>Em minha experiência como consultor e até como usuário de internet, não foram poucas as vezes que me deparei com sites, principalmente corporativos, com conteúdo informativo pobre, sem qualquer tipo de otimização SEO ou investimento em marketing digital e em conseqüência com muito pouco tráfego (visitação).</p>
<p>Por isso não basta ter um site apenas pelo fato de ter. É necessário dar vida a este site. A única forma disto acontecer é com planejamento, bom conteúdo para o público alvo e investimento em marketing digital, que converta seus visitantes em potenciais clientes.</p>
<p>Fonte:</p>
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		<title>Código de Autorregulamentação do Email Marketing</title>
		<link>http://valehospeda.com.br/tutorial/email-marketing/codigo-de-autorregulamentacao-do-email-marketing/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 15:25:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valehospeda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Email Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Este Código e Autorregulamentação para a Prática de Email Marketing, doravante designado abreviadamente CAPEM, foi elaborado para regulamentar as práticas de envio de Email Marketing. A presente versão é uma consolidação da versão original aprovada em 13 de agosto de 2009, acrescida do aditivo I, aprovado em 14/1/2010. As disposições aqui descritas são destinadas a &#8230;<span class="more-link"><a href="http://valehospeda.com.br/tutorial/email-marketing/codigo-de-autorregulamentacao-do-email-marketing/"><span class="button button-small">Continue reading &#8594;</span></a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este Código e Autorregulamentação para a Prática de Email Marketing, doravante designado abreviadamente CAPEM, foi elaborado para regulamentar as práticas de envio de <strong>Email Marketing</strong>. A presente versão é uma consolidação da versão original aprovada em 13 de agosto de 2009, acrescida do aditivo I, aprovado em 14/1/2010. As disposições aqui descritas são destinadas a todos aqueles envolvidos na cadeia de envio e recebimento de <strong>E-mail marketing</strong> e poderão ser utilizadas como fonte subsidiária no contexto da legislação que direta ou indiretamente trate ou venha a tratar da matéria. O presente Código de Autorregulamentação foi elaborado pelas entidades <strong><acronym title="Associação Brasileira de Anunciantes">ABA</acronym></strong>, <strong><acronym title="Associação Brasileira de Marketing Direto">ABEMD</acronym></strong>, <strong><acronym title="Associação Brasileira das Agências Digitais">ABRADI</acronym></strong>, <strong><acronym title="Associação Brasileira dos Provedores de Internet">ABRANET</acronym></strong>, <strong><acronym title="Associação Brasileira das Relações Empresa Cliente">ABRAREC</acronym></strong>, <strong><acronym title="Associação Gaúcha das Agências Digitais">AGADI</acronym></strong>, <strong><acronym title="Associação Paulista das Agências Digitais">APADI</acronym></strong>, <strong><acronym title="Federação do Comércio do Estado do Rio Grande do Sul">FECOMÉRCIO-RS</acronym></strong>, <strong><acronym title="Federação do Comércio do Estado de São Paulo">FECOMÉRCIO-SP</acronym></strong>, <strong><acronym title="Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul">FEDERASUL</acronym></strong>, <strong><abbr title="Interactive Advertising Bureau">IAB</abbr></strong>, <strong><acronym title="Associação Rio Grandense dos Provedores de Acesso, Serviços e Informações da Rede Internet">INTERNETSUL</acronym></strong>, <strong><acronym title="Associação Brasileira de Defesa do Consumidor">PRO TESTE</acronym></strong>, <strong><acronym title="Sindicato das Empresas de Informática do Rio Grande do Sul">SEPRORGS</acronym></strong>, tendo em vista a intenção da própria indústria em melhorar o uso do <strong>E-mail marketing</strong>. <a name="capitulo1"></a></p>
<h3>Capítulo I – Do Objeto</h3>
<p><strong>Art.1º</strong>. O presente Código tem por objeto definir as regras a serem seguidas para a utilização de email como ferramenta de marketing, de forma ética, pertinente e responsável, sem prejuízo da concomitante aplicação da legislação vigente aplicável. <a name="capitulo2"></a></p>
<h3>Capítulo II – Das Definições</h3>
<p><strong>Art. 2º</strong>. Para os fins deste Código, considera-se:</p>
<ul>
<li><strong>AmbienteWeb</strong> – Local na Internet identificado por um nome de domínio, constituído por uma ou mais páginas de hipertexto, que podem conter textos, gráficos e informações multimídia.</li>
<li><strong>Assunto</strong> – informação contida no campo apropriado à escrita do título (campo “Assunto:/ Subject:”) do cabeçalho da mensagem;</li>
<li><strong>Base de Destinatários</strong> – lista de nomes e informações de pessoas físicas ou jurídicas com as quais determinada pessoa física ou jurídica que faz uso de <strong>E-mail marketing</strong> mantém relacionamento.</li>
<li><strong>Código Malicioso</strong> – Termo genérico que se refere a todos os tipos de programa que executam ações maliciosas em um computador. Exemplos de códigos maliciosos são os vírus, worms, bots, cavalos de tróia, rootkits, etc.</li>
<li><strong>Destinatário</strong> – pessoa física ou jurídica a quem o E-mail é enviado (campo “Para:/To:” do cabeçalho da mensagem);</li>
<li><strong>E-mail marketing</strong> – mensagem de correio eletrônico enviada e recebida pela internet que tenha por objeto divulgar ou ofertar produtos ou serviços, manter relacionamento com base de destinatários ou, ainda, propiciar atendimento ao cliente;</li>
<li><strong>Empresa de E-mail marketing</strong> – pessoa jurídica fornecedora de plataforma para gestão de campanhas de <strong>E-mail marketing</strong>, com estrutura de servidores e IPs próprios;</li>
<li><strong>Nome de Domínio</strong> – é um nome que serve para localizar e identificar conjuntos de computadores na internet;</li>
<li><strong>Nome de Domínio Próprio</strong> – é o nome de domínio registrado pelo próprio Remetente do Email Marketing, conforme os procedimentos vigentes para registro de nome de domínio na internet. Ex: exemplo.com.br / example.com / example.net, dentre outras extensões;</li>
<li><strong>Opt-in</strong> – é a permissão prévia concedida pelo Destinatário e comprovável pelo Remetente, autorizando o envio de <strong>E-mail marketing</strong> por um determinado Remetente;</li>
<li><strong>Opt-out</strong> – forma disponibilizada e informada na mensagem de <strong>E-mail marketing</strong> para que o destinatário exerça o descadastramento da respectiva Base de Destinatários;</li>
<li><strong>Parceira</strong> – Pessoa física ou jurídica que contrata uma ação de <strong><a id="_GPLITA_0" title="Powered by Text-Enhance" href="http://www.virtualtarget.com.br/documentacao/codigo-autorregulamentacao-email-marketing/#">E-mail</a> marketing</strong> para uma base de destinatários do Remetente, que detém o relacionamento e gerenciamento das ações de E-mail Marketing.</li>
<li><strong>Provedor</strong> – empresa prestadora de Serviço de Conexão à Internet, e-mail, hospedagem de sites ou conteúdo digital, atividades estas que, nos termos do art. 61 da Lei Federal n.º 9.472, de 16 de julho de 1997, caracterizam Serviços de Valor Adicionado;</li>
<li><strong>Remetente</strong> – pessoa física ou jurídica cujo nome seja apresentado no campo de dados do E-mail relativo ao emissor da mensagem (campo “De:/From:” do cabeçalho da mensagem);</li>
<li><strong>Soft-Opt-in</strong> – envio de mensagens sem Opt-in, porém sempre a partir da prévia e comprovável relação comercial ou social entre o Remetente e o Destinatário.</li>
</ul>
<p><a name="capitulo3"></a></p>
<h3>Capítulo III – E-mail Marketing Eticamente Correto</h3>
<p><strong>Art.3º</strong>. Será considerado eticamente correto o <strong>E-mail marketing</strong>, aquele enviado para bases de Destinatários, que sejam permissionários tipo Opt-in ou Soft-Opt-in, e que apresentem concomitantemente todos os seguintes elementos:</p>
<ul>
<li>Identificação do Remetente, com seu endereço de e-mail válido;</li>
<li>O Remetente somente poderá enviar mensagens de <strong>E-mail marketing</strong> por endereço eletrônico vinculado ao seu próprio nome de domínio, por exemplo, remetente@exemplo.com.br. é vedada a utilização de domínios de terceiros não pertencentes ao mesmo grupo econômico do Remetente ou a Parceiros;</li>
<li>Assunto sempre relacionado ao conteúdo do e-mail, de fácil identificação pelo Destinatário;</li>
<li>Recurso Opt-out, conforme art.6º;</li>
</ul>
<p><strong>Parágrafo único</strong>. Além dos critérios previstos nesse artigo, o envio de <strong>E-mail marketing</strong> em favor de empresa Parceira obedecerá os critérios específicos elencados no artigo 7º deste Código. <strong>Art.4º</strong>. O envio de <strong>E-mail marketing</strong>deve observar as seguintes determinações:</p>
<ul>
<li>Não é permitida a prática do primeiro envio para se obter a permissão do Destinatário para envios posteriores;</li>
<li>Para o envio de arquivos anexos deverá ser obtida autorização prévia e comprovável do destinatário específica para o tipo de arquivo em questão;</li>
<li>Não conter link que remeta a código malicioso, conforme definição do Art. 2º, inciso XV deste Código;</li>
<li>Veiculação apenas de conteúdo no formato HTML ou TXT, sem qualquer recurso que possa ocultar, disfarçar ou obscurecer de qualquer maneira o código original da mensagem;</li>
<li>Demais componentes da mensagem, tais como imagens, áudios e vídeos devem ser hospedados em servidores pertencentes às empresas participantes do processo de envio do <strong>E-mail marketing</strong> ou contratadas por estas;</li>
<li>O Remetente deverá disponibilizar ao Destinatário a sua política de Opt-out e informar o prazo de remoção do seu endereço eletrônico da base de destinatários, que não poderá ser superior a 2 (dois) dias úteis, quando solicitado diretamente pelo link de descadastramento do <strong>E-mail marketing</strong> e 5 (cinco) dias úteis quando solicitado por outros meios, prazos estes contados a partir da data da solicitação comprovada;</li>
<li>Certificação e assinatura digital são permitidas, constituindo exceção a qualquer regra restritiva definida no presente Código.</li>
<li>Não será obrigatório o recurso de opt-out quando houver contrato entre o Remetente e o Destinatário, exclusivamente para e-mails com finalidade de assegurar a execução contratual e póscontratual referentes àquele contrato (ex.:boleto bancário, avisos e extratos).</li>
</ul>
<p><strong>Art.5º</strong>. O Remetente que pretender enviar <strong>E-mail marketing</strong> deverá divulgar em seu website a “Política de Privacidade e de uso de Dados” adotada com seus clientes e usuários, que deverá respeitar o presente Código, cujo descumprimento será considerado infração passível de reprovação na forma prevista no Art. 11º do presente Código. <strong>Parágrafo único</strong>. Os proprietários de Base de Destinatários não poderão divulgar ou colocar à disposição de terceiros informações pessoais que constem de tais Bases sem o prévio e expresso consentimento das pessoas a que tais informações se referem. <strong>Art.6º</strong>. O corpo da mensagem deverá conter, além da identificação do Remetente, recurso que possibilite o descadrastamento (Opt-out), sendo que este recurso deverá ser apresentado na forma de link para descadrastamento e pelo menos mais uma alternativa de contato para a mesma finalidade, a critério do Remetente, desvinculada de qualquer link passível de utilização pelo usuário. Exemplo: [Nome do Remetente] Você está recebendo este e-mail porque se cadastrou ou tem relacionamento com a (o) [nome do Remetente] através do endereço eletrônico: [destinatario@exemplo.com.br] Se você não deseja mais receber nossos e-mails, cancele seu recebimento aqui. Se preferir, entre em contato através do(a) “telefone”, “e-mail”, “Fax”, “SMS”, carta ou “qualquer outra forma disponibilizada para descadastramento”. <strong>Art.7º</strong>. Adicionalmente, o envio de <strong>E-mail marketing</strong>por solicitação de empresas Parceiras deverá atender aos seguintes requisitos:</p>
<ul>
<li>O responsável pela Base de Destinatários com a qual mantém relacionamento deverá disponibilizar mecanismo de adesão nos termos do Art. 2º, inciso XII (Opt-in) do presente Código, para obter permissão para enviar campanhas de <strong>E-mail marketing</strong> de Parceiros;</li>
<li>O endereço eletrônico no campo “Remetente” deverá ser aquele por meio do qual a pessoa física ou jurídica que detêm o relacionamento com a Base de Destinatários pode ser contatada pelo Destinatário;</li>
<li>Deverão ser disponibilizadas, além dos recursos obrigatórios de descadastramento, nos termos do Art.6º, 2 (duas) outras alternativas específicas para o descadastramento de envio de Parceiros, uma para exclusão de envio de <strong>E-mail marketing</strong> com o conteúdo daquele Parceiro em particular, cuja identificação deve estar clara, e outra para exclusão de envio de <strong>E-mail marketing</strong> de todas as Parceiras do Remetente;</li>
<li>O endereço eletrônico do Remetente deverá ser válido e utilizar nome de Domínio Próprio do responsável pela Base de Destinatários.</li>
</ul>
<p><strong>Art.8º</strong>. Os responsáveis por páginas web poderão disponibilizar aos seus visitantes, recurso para envio de mensagens, do conteúdo da página web visitada, para destinatários de seu relacionamento, desde que sejam observadas as seguintes condições:</p>
<ul>
<li>O conteúdo a ser enviado deverá ser escolhido pelo visitante da página web;</li>
<li>O endereço de e-mail do visitante responsável pelo envio da mensagem deverá constar:
<ul>
<li>No campo “Remetente” (From:); ou</li>
<li>De forma clara e explícita no corpo da mensagem, caso em que a identidade inserida no campo “Remetente” (From:) deverá ser a do responsável pela página web;</li>
</ul>
</li>
<li>No campo “Destinatário” (To:) deverá constar o endereço de e-mail do Destinatário da mensagem;</li>
<li>Poderá existir campo que possibilite ao visitante inserir comentários ou outras informações que julgar pertinentes e sobre as quais assumirá inteira responsabilidade;</li>
<li>O processo de uso do recurso para envio de mensagens pelo visitante para um Destinatário de seu relacionamento não gera relacionamento (Soft Opt-in) entre o responsável da página web e este Destinatário e não autoriza o envio de qualquer mensagem subsequente a esse Destinatário.</li>
</ul>
<p><a name="capitulo4"></a></p>
<h3>Capítulo IV – Dos Pré-requisitos Técnicos do Envio</h3>
<p><strong>Art.9º</strong>. – Os servidores de envio que praticam atividade de envio de <strong>E-mail marketing</strong>, deverão seguir os seguintes critérios tecnológicos:</p>
<ul>
<li>Implementar o protocolo SMTP (Simple Mail Transfer Protocol), conforme os padrões de referência (RFCs) publicados pelo IETF (Internet Engineering Task Force);</li>
<li>Manter um endereço eletrônico no formato “abuse@exemplo.com.br”, do Remetente e da empresa de <strong>E-mail marketing</strong>, assim como uma outra forma de contato, para que Destinatários e provedores possam denunciar o abuso no envio das mensagens;</li>
<li>Não utilizar endereço IP dinâmico;</li>
<li>Configurar o SPF (Sender Policy Framework) do e-mail utilizado como return-path;</li>
<li>Possuir configurações de DNS reverso, bem como o seu DNS direto correspondente.</li>
</ul>
<p><a name="capitulo5"></a></p>
<h3>Capítulo V – Dos Conselhos Permanentes</h3>
<p><strong>Art.10º</strong>. As entidades signatárias deste Código instituirão um Conselho Superior, que fica, desde já, encarregado de:</p>
<ul>
<li>Aprovar seu Regimento Interno, que deverá dispor sobre: substituição dos representantes em caso de vacÂncia; quorum mínimo de instalação das reuniões; procedimentos de convocação; representação perante a sociedade; procedimentos operacionais e administrativos e outros que se fizerem necessários para o fiel cumprimento deste mandato.</li>
<li>No prazo de 180 (cento e oitenta) dias instituir um Conselho de ética, a ser composto por representantes dos Provedores, das empresas de <strong>E-mail marketing</strong> e dos Consumidores, indicados pelo Conselho Superior; elaborar o seu Regimento Interno e empossar seus membros. Ao Conselho de ética competirá apreciar e julgar as denúncias de infrações aos dispositivos deste Código.</li>
<li>Cumprir e fazer cumprir as decisões emanadas do Conselho de ética.</li>
<li>Resolver questões omissas quanto à apuração e sanção de infratores, como também quanto às regras do presente código.</li>
</ul>
<p><strong>§1°</strong>. Compete privativamente ao Conselho Superior Permanente, por maioria qualificada (cinquenta por cento dos votos mais um), alterar as disposições deste Código, bem como alterar, suprimir e acrescentar-lhe Anexos. <strong>§2°</strong>. O Conselho Superior será composto de um representante titular e um suplente de cada associação signatária, todos com mandato fixo de três anos. Os representantes titulares escolherão entre eles, por maioria simples, um Presidente, que representará o Conselho perante a sociedade. <strong>§3°</strong>. As reuniões serão realizadas nas instalações de quaisquer das entidades signatárias, mediante inequívoca convocação de todos os membros com antecedência de 10 (dez) dias. <strong>§4°</strong>. O Conselho de Ética será composto por quatro membros e um Coordenador, indicados por votação dos membros do Conselho Superior, sendo que o Coordenador será competente para decidir em caso de empate. <strong>§5°</strong>. Os Conselheiros do Conselho de Ética e seu Presidente cumprirão mandato fixo de dois anos. <a name="capitulo6"></a></p>
<h3>Capítulo VI – Das Reprovações das Condutas Desconformes com o Código</h3>
<p><strong>Art.11º</strong>. Os infratores das regras estabelecidas no presente Código estarão sujeitos às seguintes ações do Conselho de ética:</p>
<ul>
<li>advertência, acompanhada de recomendação de modificação da conduta reprovada;</li>
<li>recomendação de bloqueio do Domínio do Remetente pelas empresas associadas às entidades subscritoras do presente Código;</li>
<li>divulgação da posição do Conselho de ética, em face do não acatamento das medidas e providências preconizadas.</li>
<li>sugestão de ação judicial inibitória cumulada com pedido de cancelamento do domínio.</li>
</ul>
<p><strong>Parágrafo único</strong>. As reprovações previstas nos incisos I, II, III e IV serão aplicadas pelo Conselho de ética após o prévio pronunciamento do investigado. <a name="#capitulo7"></a></p>
<h3>Capítulo VII – Da Figura do Anuente</h3>
<p><strong>Art. 13</strong>. Caberá aos ANUENTES ao CÓDIGO:</p>
<ul>
<li>Compor, juntamente com as entidades signatárias, o Conselho Superior do Código;</li>
<li>aprovar juntamente com as entidades signatárias, o Regimento Interno do Código, conforme descrito no art. 10º, inciso I, do CÓDIGO;</li>
<li>instituir, juntamente com as entidades signatárias, o Conselho de Ética, conforme previsto no art. 10º, inciso II, do CÓDIGO;</li>
<li>resolver, juntamente com as entidades signatárias, as questões omissas quanto às regras, à apuração e sanção de infratores, conforme previsto no art. 10º, inciso IV, do CÓDIGO;</li>
</ul>
<p><strong>Art. 14</strong>. Caberá ao Conselho Superior do Código de Autorregulamentação aprovar o ingresso de entidade como ANUENTE. <strong>Art. 15</strong>. As entidades ANUENTES não ficarão obrigadas a cumprir e fazer cumprir as demais obrigações previstas no CÓDIGO, podendo fazê-lo se desejarem. <strong>Art. 16</strong>. Passará a figurar como ANUENTE o CGI.br – Comitê Gestor da Internet no Brasil. As entidades anuentes e subscritoras do presente Código se comprometem a dar pronta divulgação do seu teor aos seus respectivos membros e/ou associados, tomando todas as providências necessárias para que a subscrição seja devidamente aprovada pela entidade e para que todos os seus membros/associados se comprometam a seguir as regras estabelecidas no presente Código, admitindo-o como válido e aplicável às suas atividades de <strong>E-mail marketing</strong>. Este Código de Autorregulamentação para Prática de <strong>E-mail marketing</strong>entra em vigor 30 (trinta) dias após a posse do Conselho de ética referido no inciso II do Art. 10. São Paulo, 07 de Abril de 2010</p>
<ul>
<li><strong><acronym title="Associação Brasileira de Anunciantes">ABA</acronym></strong></li>
<li><strong><acronym title="Associação Brasileira de Marketing Direto">ABEMD</acronym></strong></li>
<li><strong><acronym title="Associação Brasileira das Agências Digitais">ABRADI</acronym></strong></li>
<li><strong><acronym title="Associação Brasileira dos Provedores de Internet">ABRANET</acronym></strong></li>
<li><strong><acronym title="Associação Brasileira das Relações Empresa Cliente">ABRAREC</acronym></strong></li>
<li><strong><acronym title="Associação Gaúcha das Agências Digitais">AGADI</acronym></strong></li>
<li><strong><acronym title="Associação Paulista das Agências Digitais">APADI</acronym></strong></li>
<li><strong><acronym title="Federação do Comércio do Estado do Rio Grande do Sul">FECOMÉRCIO/RS</acronym></strong></li>
<li><strong><acronym title="Federação do Comércio do Estado de São Paulo">FECOMÉRCIO/SP</acronym></strong></li>
<li><strong><acronym title="Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul">FEDERASUL</acronym></strong></li>
<li><strong><abbr title="Interactive Advertising Bureau do Brasil">IAB</abbr></strong></li>
<li><strong><acronym title="Associação dos Provedores de Serviços e Informações da Internet">INTERNETSUL</acronym></strong></li>
<li><strong><acronym title="Associação Brasileira de Defesa do Consumidor">PRO TESTE</acronym></strong></li>
<li><strong><acronym title="Sindicato das Empresas de Informática do Rio Grande do Sul">SEPRORGS</acronym></strong></li>
</ul>
<p>Anuente:</p>
<ul>
<li><strong><acronym title="Comitê Gestor da Internet no Brasil">CGI.br</acronym></strong></li>
</ul>
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